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31 de julho – Uma pedra no Caminho do Amor

É possível amar os outros e não amar a si mesmo? Há quem diga que não, sustentando que, quem não ama a si mesmo, não desenvolveu o amor genuíno e, portanto, não pode amar alguém plenamente. Realmente difícil pensar que alguém que não se valoriza, possui uma auto estima muito baixa, tem complexo de inferioridade e, no fundo, não gosta de si mesmo, é capaz de desenvolver amor por outrem. Difícil imaginar que Deus se alegra com quem não ama a si mesmo, mas ama os outros. Contudo, você me dirá: conheço pessoas que não se amam e são as criaturas mais amorosas com os outros que conheço. Continuar lendo

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23 de junho – Um desconhecido

Um homem descia de Jerusalém para Jericó, quando caiu nas mãos de assaltantes. Estes lhe tiraram as roupas, espancaram-no e se foram, deixando-o quase morto. Aconteceu estar descendo pela mesma estrada um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. E assim também um levita; quando chegou ao lugar e o viu, passou pelo outro lado.
Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, quando o viu, teve piedade dele. Aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Depois colocou-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e disse-lhe: ‘Cuide dele. Quando voltar lhe pagarei todas as despesas que você tiver’. Lucas 10:30-35

Você já recebeu ajuda e apoio de quem menos esperava? eu já. Algumas vezes. Essa parábola é uma das mais lindas que Jesus contou e o fez para ensinar sobre amor ao próximo e responder uma pergunta sobre quem seria o próximo. No entanto, gostaria de extrair uma outra lição desse texto. Quero me colocar no lugar daquele homem que descia de Jerusalém para Jericó e foi assaltado e espancado. De quem esperaria ajuda?

Ao passar o sacerdote, creio que se lá estivesse caida, respiraria aliviada, porque lá vinha um homem de Deus, alguém que, em tese, estava acostumado a colocar o amor em prática e estender a mão, mas para minha surpresa, aquele homem de Deus desviou o caminho e foi embora. De repente, avistei outro homem de Deus, acostumado a servir no templo. Agora sim, teria ajuda porque, afinal, de quem mais esperar socorro, senão daquele irmão na fé, acostumado a ser uma bênção no templo? que decepção, ele passa direto e vai embora. Continuei lá caída e, de repente, lá vem aquele estrangeiro que, aliás, nem faz parte da minha comunidade religiosa. Na verdade, nem o conheço, mas ele para e me estende a mão, me levanta, me socorre e fica do meu lado. Continuar lendo

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